Aos 47 anos, a apresentadora e diretora de entretenimento da TVI confessou sentir-se injustiçada pela forma como a exposição mediática interfere na sua vida pessoal e profissional.
“Aí, sinto muita injustiça. Na forma como não posso, em tribunal, defender-me, porque sou figura pública. Hoje, podes sentar-te numa cadeira, em televisão, e dizeres o que quiseres sobre mim que não te acontece nada. E essa pessoa continua a falar sobre ti. E essa é a mais profunda injustiça”, desabafou Cristina, demonstrando frustração com a impunidade que, segundo ela, permite ataques constantes à sua imagem.
A comunicadora revelou ainda que mantém um clipping diário – um relatório de todas as notícias publicadas sobre si –, mas opta por não o ler há quase um ano. “Se disser que não o abro há quase um ano, é verdade. E é muito pacificador”, revelou, sugerindo que ignorar críticas e especulações tem sido uma estratégia eficaz para preservar a sua paz interior.
Quando questionada pelo jornalista André Carvalho Ramos sobre se o criticismo em relação a si estaria ligado a uma alegada campanha de um grupo de comunicação social contra si, Cristina Ferreira confirmou a sua percepção. No entanto, garantiu que não se deixa afetar. “É nem sequer olhar para isso.
A entrevista mostrou um lado mais vulnerável da apresentadora, que tem sido uma das personalidades mais comentadas da televisão portuguesa nos últimos anos. Apesar das críticas e da pressão mediática, Cristina Ferreira mantém-se fiel aos seus princípios e continua a liderar projetos de sucesso, mostrando que a sua resiliência continua a ser uma das suas maiores forças.